Sem treinos, sem treinador. Já falhamos num dos principais objetivos da época: dar estabilidade ao grupo para, finalmente, podermos ser competitivos o suficiente para lutar pela subida de divisão.
Inacreditável, ainda para mais olhando para o nosso momento, é a aparente posição de grupo de trabalho e direção, a funcionarem quase como 'oposição'. Agora até já sem um dos elos de ligação - se alguma vez o foi - que seria o treinador. Não me surpreenderia que rebentassem os restantes. Surge a renúncia ao trabalho ao mínimo falhanço ou incumprimento, tolerância zero é, claro, sinónimo de más relações e, principalmente, evidente falta de confiança.
Seria ótimo que os jogadores, mesmo assim, se auto-motivassem, se inconformassem mais do que o que aparentam, se unissem e até se fizessem evoluir como aquipa para, claro, ganhar os jogos. Mais ainda, porque dados como 4 vitórias consecutivas ou a melhor defesa do campeonato, não chegam para o desempenho desportivo que precisamos. E, claro, um treinador. O possível, um tiro de sorte, naquele que eu imagino que será o nosso leque de opções, olhando às últimas escolhas.
Haja estabilidade ou dinheiro, como preferirem. Assim, está visto que morreremos. É a obrigação. Não dá ou não é possível, que se assuma o pecado.

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